Atualização do Blog - Texto de Novembro de 2011
HEROI FEMINISTA
Até parece que ainda estampo a vermelhidão...
Eu morava no início da Silva Guimarães, na Tijuca, onde já existia a padaria, na esquina, bem em frente ao ginásio do Clube. Nessa hora, estava fechada. Na curva, já perto da minha em casa, de dentro do meu fusca azul, me surpreendeu um negão, alto e forte, enfiando a mão numa mulher. Parei e, pela janela, gritei para o rapaz: que isso?, para aí, não se bate em mulher.. coisas desse tipo. O negão parou de bater na moça e, parecendo ter aceitado a reprimenda, baixou os braços e ficou me olhando.
Eu morava no início da Silva Guimarães, na Tijuca, onde já existia a padaria, na esquina, bem em frente ao ginásio do Clube. Nessa hora, estava fechada. Na curva, já perto da minha em casa, de dentro do meu fusca azul, me surpreendeu um negão, alto e forte, enfiando a mão numa mulher. Parei e, pela janela, gritei para o rapaz: que isso?, para aí, não se bate em mulher.. coisas desse tipo. O negão parou de bater na moça e, parecendo ter aceitado a reprimenda, baixou os braços e ficou me olhando.
Encostei o veículo próximo à calçada e, não sei por quê, resolvi descer do carro e me aproximar; acho que queria continuar com meu ato de heroísmo, meu irreparável discurso de feminismo...Nem imagino que disposição eu demostrava, mas o fato e que fui chegando perto e, surpresa!... Sem dizer uma só palavra o cara me deu uma bolacha no pé do ouvido e caí sentado sobre o capô do fusca.
(A imagem ao lado é o que o meu alter ego disse para eu fazer.... Não fiz...)
Ainda sentado vi o negão se afastar abraçado à moça, numa boa!
O meu ouvido recorda o zumbido até hoje!...
(A imagem ao lado é o que o meu alter ego disse para eu fazer.... Não fiz...)
Ainda sentado vi o negão se afastar abraçado à moça, numa boa!
O meu ouvido recorda o zumbido até hoje!...
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