
Duas estrofes de Fernando Pessoa
Tudo quanto penso,
Tudo quanto sou
É um deserto imenso
Onde nem eu estou.
(de Tudo quanto penso)
O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.
(de Autopsicografia)
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